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BENS E PESSOAS

Bens e pessoas: Seguros proporcionam tranquilidade o ano todo

Janeiro e fevereiro são períodos em que as famílias planejam os compromissos financeiros do ano, e a contratação do seguro é uma das prioridades


Por Renan Gomides

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Renan Gomides

Mais um ano começa e com ele o planejamento das famílias para garantir a proteção dos bens e das pessoas. Tradicionalmente é neste período que muita gente lista os compromissos financeiros típicos desta época, como o pagamento de impostos, de seguros, da matrícula e do material escolar, de convênio médico, entre outros. Para quem quer proteger o patrimônio e os entes queridos, os seguros são serviços indispensáveis que proporcionam tranquilidade ao longo de todo o ano.

 

No Sicredi, instituição financeira cooperativa que atua em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal, os associados têm esse serviço com ampla cobertura, cuja contratação é feita conforme a necessidade. No portfólio de produtos estão os seguros residencial, patrimonial, veicular e de vida (individual ou em grupo). A contratação é fácil, basta o associado procurar sua agência e apresentar as necessidades.

 

A gerente de Negócios Pessoa Física da Central Sicredi Centro Norte, Juliana Rodrigues, afirma que o seguro é um produto bastante demandado no início do ano e que é importante as pessoas se organizarem para iniciar ou renovar a contratação do serviço. “Ter o seguro é ter uma coisa a menos para se preocupar, pois nunca sabemos quando um imprevisto vai acontecer. E se ocorrer é importante estar protegido”.

 

O custo da apólice varia e o cálculo do valor é complexo, pois levam em consideração diferentes situações. No seguro veicular, a cobertura inclui todos os tipos de veículos, desde motocicletas, automóveis e comerciais leves, até ônibus, caminhões, frotas e carros esportivos. Na contratação por pessoa física, entre os itens avaliados estão a existência de jovens na casa que podem dirigir, se há garagem, se o automóvel é usado para o trabalho. Até mesmo índices de roubos e sinistralidade são levados em conta.

 

Para o seguro residencial, as cooperativas do Sicredi oferecem coberturas básica e adicional. O seguro básico tem cobertura contra incêndio, queda de raios e explosão. Podem ser adicionadas coberturas contra danos elétricos, vendaval, impacto de veículos, roubo/furto de bens, perda/pagamento de aluguel, responsabilidade civil imóvel/familiar, quebra de vidros e veículos em garagem, sendo que algumas coberturas estão sujeitas a condições estabelecidas pelas seguradoras. 

 

Precaução é a palavra de ordem para Maryana Costaneski, de Cuiabá. Empresária do setor de restaurantes, ela é associada do Sicredi há quatro anos e desde o início tem o seguro do veículo e o residencial. “É uma preocupação a menos. A gente nunca sabe quando vai acontecer um problema envolvendo a casa ou o carro. No caso do veículo, já acionei o seguro duas vezes. A primeira foi porque uma manga caiu nele e amassou a lataria e a segunda foi depois de uma colisão. Acionei a franquia e se não tivesse o seguro teria que desembolsar R$ 6 mil para consertar”, lembra ela ao comentar que no período de férias tem outra vantagem, viaja despreocupada.

 

Quem também quer tranquilidade é a microempreendedora Maria Izabel Macedo, também da Capital. Ela diz que tem o seguro veicular no Sicredi há uns 10 anos e que já teve que acioná-lo algumas vezes, o que reforçou a ideia de que é um serviço necessário. “Aqui em casa temos três veículos segurados pela cooperativa, o meu, do marido e da minha filha. É uma questão de segurança, uma vez que já tivemos sinistros para arrumar, socorro quando o carro não funcionou, guincho e até uma perda total. E se precisar, o seguro cobre reparos de lanternas, vidros. Enfim, é indispensável”.

 

Na cidade de Jauru (a 429 km de Cuiabá), a autônoma Daiana Santomé tem seguro residencial há três anos. Ela diz que construiu a casa, que fica perto de uma torre de telefonia e com receio de qualquer incidente seguiu o conselho de um amigo e contratou o seguro. “Quando construímos a casa a torre já existia e depois que passamos a morar alguns eletrodomésticos queimaram. O seguro cobre danos na casa, com eletrodomésticos, além de roubo ou até mesmo se alguém bater o veículo no nosso muro. O custo-benefício vale a pena, pois o valor do seguro é baixo e as vantagens muito boas”.

 

Mercado de seguros

 

Dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) apontam que de janeiro a outubro do ano passado a arrecadação do mercado segurador no Brasil somou R$ 182,703 bilhões, incluindo os ramos elementares (automóvel, patrimonial, habitacional, transportes, rural, entre outros) e a cobertura de pessoas (planos de risco e planos de acumulação).

 

Para 2019, a entidade projeta manter a trajetória de crescimento, mesmo com a retomada ainda tímida da economia. “O setor segurador mostra sua força mais uma vez apesar do cenário desafiador. Isso acontece porque temos vocação de resiliência. E houve reposicionamento de produtos, diversificando o mercado, como a maior penetração de seguros de vida risco, residencial e garantias judiciais”, diz o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.


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